O Protocolo CMAD é organizado em uma estrutura metodológica composta por quatro fases integradas, destinadas à organização consciente dos processos internos que influenciam decisões, ações e sustentação de resultados em contextos pessoais, profissionais e organizacionais.
O Protocolo CMAD é estruturado em quatro fases integradas que orientam um processo claro e contínuo de organização interna e aplicação consciente na vida prática. Cada fase aborda um aspecto essencial da reorganização e integração de estruturas mentais, emocionais, comportamentais e estratégicas que influenciam decisões e ações.
A progressão das fases oferece um roteiro sistemático para desenvolver clareza decisória, reduzir interferências internas, fortalecer a coerência entre intenção e ação e sustentar decisões de forma responsável ao longo do tempo.
Na primeira fase do Protocolo CMAD, é realizada uma leitura estruturada dos padrões internos que influenciam decisões, comportamentos e a forma como ações são sustentadas ao longo do tempo. O objetivo é construir mapas conscientes de percepção, decisão e operação interna, que impactam diretamente os resultados pessoais, profissionais e organizacionais.
Na segunda fase do Protocolo CMAD, são observados e reorganizados padrões internos recorrentes que interferem na coerência entre intenção, decisão e execução. O foco está no realinhamento consciente de estruturas emocionais e relacionais que influenciam escolhas, posicionamentos e respostas em contextos pessoais e organizacionais.
Nesta fase, o Protocolo CMAD concentra-se na ativação consciente das capacidades internas necessárias para sustentar decisões e ações coerentes no tempo. São fortalecidas competências relacionadas à percepção, clareza estratégica, priorização e responsabilidade na condução das escolhas, favorecendo coerência entre intenção, decisão e ação.
Na fase final do Protocolo CMAD, ocorre a integração consciente dos alinhamentos desenvolvidos nas fases anteriores aos contextos reais de vida, trabalho e atuação estratégica. O foco está na sustentação responsável das decisões, garantindo coerência prática e consciência sobre os efeitos gerados ao longo do tempo.
Como instrumento de integração, o Protocolo CMAD utiliza a Roda da Vida como uma ferramenta de leitura sistêmica, permitindo observar como as decisões reorganizadas ao longo do processo se refletem nas diferentes áreas da vida pessoal, profissional e organizacional.
A Roda da Vida não representa um estado ideal de equilíbrio, mas um mapa de sustentação decisória, que evidencia assimetrias, pontos de tensão e áreas que demandam ajustes conscientes para a manutenção de resultados coerentes ao longo do tempo.
Roda da Vida — instrumento de leitura e integração sistêmica das áreas da vida
Se houver prontidão para organizar processos decisórios
de forma consciente, responsável e sustentável,
o próximo passo é preencher uma avaliação inicial de contexto.
Esse formulário permite indicar o interesse em iniciar o
Protocolo CMAD
ou compreender qual caminho faz mais sentido neste momento.
